Jornal da Noticia - Mato Grosso
Seja Bem Vindo (a) hoje é 30 de julho de 2026
Artigo
30/01/2017 - 22:23:22
Autor: Yeda Magossi com Gazeta Digital
 
18 municípios de Mato Grosso são considerados área de risco do Aedes

A Resolução do Ministério da Saúde (MS) publicada no dia 27 de janeiro, no Diário Oficial da União torna obrigatória a realização de levantamento entomológico de infestação por Aedes aegypti em todos os municípios do país.

Em Mato Grosso, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES) este tipo de levantamento já é feito mesmo antes dessa obrigatoriedade. A coordenadora de vigilância em saúde ambiental, Ludmila Sophia de Souza, diz que o estado é considerado como de risco, já que o clima quente e chuvas intensas favorecem a proliferação do mosquito aedes aegypti. Desta forma, o levantamento precisa ser feito com muito rigor.

A coordenadora explica que a orientação para os municípios que apresentam mais de 2 mil imóveis é fazer 6 levantamentos rápido de índice de infestação (Lira) por ano. Já as cidades que tem menos de 2 mil imóveis precisam fazer o levantamento de índice amostral (Lia).

Atualmente 18 municípios do estado são considerados de risco pela MS, que apresentam índice superou a 3,9% de infestação. Já 48 cidades estão em situação de alerta, onde o índice varia de 1% a 3,9%. Com a obrigatoriedade a partir de agora, o estado terá maior precisão dos dados sobre todos os municípios, relata Ludmila. Ela destaca que 26 cidades estão classificadas como satisfatórias porque se enquadram o índice de menos de 1% de infestação.

Os municípios que mais chamam a atenção da SES são: Cuiabá, Várzea Grande, Alto Taquari, Lambari do Oeste, Mirassol do Oeste, Araputanga, Pontes e Lacerda, Campo Novo do Parecis, Santo Afonso e Tangará da Serra.

Para ajudar no combate ao mosquito, nas cidades mais críticas, a secretaria de saúde disponibilizou equipamentos como a bomba motorizada para fazer o controle químico, também é oferecido o larvicida que é colocado principalmente em caixas d’água.

A coordenadora ressalta que os mutirões de limpeza em nos bairros é fundamental para eliminar todos os possíveis criadouros. Os dados obtidos durante o Lira apontam que lixos onde se encontram mais larvas do mosquito.

“O processo de proliferação é muito rápido, por isto não dá para brincar. Não dá para dizer qual doença preocupa mais, a cada dois anos o vírus da dengue sofre mutação, a pessoa que contrair pode desenvolver para hemorrágica e levar a morte, principalmente em crianças pequenas que ainda não tiveram a doença. A zika chama a atenção por causa da microcefalia e a chikungunya por deixar sequelas graves”. 

Segundo a coordenadora da vigilância epidemiológica do estado, Flávia Guimarães, até o dia 21 de janeiro deste ano, último dado atualizado, foram notificados 439 casos de dengue, 4 de c chikungunya e zika não foi possível registrar por causa de problemas no sistema.

 

  FAÇA SEU COMENTÁRIO
 
COMPARTILHE
 
Prêmio Nobel - Por Renato de Paiva Pereira
Por: Renato de Paiva Pereira
Falha de energia e a reparação do dano - Por Victor Humberto Maizman
Por: Victor Humberto Maizman
Habilidades pessoais para o futuro - Por Valdiney de Arruda
Por: Valdiney de Arruda
Como você avalia o presidente Bolsonaro?
 
Ótimo
Bom
Ruim
Péssimo
Neutro

 
 

Copyright - Jornal da Notícia
Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito ao Jornal da Noticia
AMZ Comunicação & Publicidade Ltda.

 


 
CONTATO
contato@jornaldanoticia.com.br