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Artigo
16/02/2020 - 09:10:33
Autor: Marcela Vargas
 
Estratégias de empresa e a seleção bem-feita

Hoje vivemos em um mundo, no qual as mudanças ocorrem cada vez mais rápidas. A tecnologia mudou a forma que vivíamos e cada dia vemos e sentimos os impactos dos avanços tecnológicos. E com isso mudam-se também as necessidades das empresas, principalmente quando se fala em equipe de trabalho.  Os processos seletivos dentro das organizações também precisam passar por inovação, a tecnologia aliada à inteligência artificial  possibilita ao setor de recursos humanos, mais assertividade nos processos. Porém para que o processo seletivo seja positivo, primeiramente é essencial que a empresa tenha clareza de suas estratégias, assim como conheça sua cultura organizacional e seus pontos fortes e fracos.

Quando o setor de RH está alinhado às estratégias da empresa, ele consegue planejar o processo de captação de talentos de forma mais adequada, pois conhece os objetivos organizacionais. Por diversas vezes nesses mais de 15 anos de carreira, na área de recursos humanos, vi empresas onde o RH é o último a saber da necessidade de pessoas na organização, na maioria das vezes, o gestor chega até o setor com a seguinte fala: “Precisamos dessa pessoa para 'ontem' ",  diante disso, sempre me questionei: "Então por que não veio antes?". Para compreender como está o mercado para essa vaga e verificar qual a dificuldade de encontrar o perfil desejado no mercado atual, o RH estratégico precisa conhecer as estratégias para prever as demandas, identificar as lacunas de oferta e procura, no mercado, e assim realizar um processo de forma assertiva, ou seja, aquele que traga resultados favoráveis para a empresa. 

Somente alinhando o setor de Recursos Humanos pode haver um processo de recrutamento e seleção dos colaboradores, também alinhados. Muitas empresas buscam pelo “o melhor profissional” do mercado, mas e se o perfil desse profissional também não estiver alinhado à cultura organizacional? Será que terá o resultado esperado? Provavelmente será mais difícil, visto que a maioria das empresas demitem pessoas por não se adequarem à cultura das organizações.  Encontrar talentos que partilham dos valores e que valorizam a cultura é o maior diferencial e benefício da seleção estratégica. Isso sim é capaz de formar uma equipe engajada e que atendam às expectativas dos gestores, e como consequência a redução da rotatividade e melhoria do desempenho. 

*Marcela Vargas é especialista em Recursos Humanos e personal & professional coaching pela Sociedade Brasileira de Coaching

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