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Artigo
07/06/2023 - 11:00:00
Autor: Redação AMZ Noticias
 
Homem finge sessão de tortura e corta as próprias orelhas para tentar reatar com a ex em Confresa

Investigação da Delegacia da Polícia Civil de Confresa (1,049 km de Cuiabá) apontou que um homem, de idade não informada, cortou as próprias orelhas para causar comoção e conseguir reatar um relacionamento. Ele alegou que teria sido sequestrado e vítima de uma sessão de tortura. O rapaz responderá pelo crime de denunciação caluniosa.

Conforme a Polícia Civil, a vítima relatou que no dia 29 de maio, por volta das 19h30, teria sido capturada por quatro pessoas encapuzadas, que a colocaram em um veículo Golf e a levaram para uma região de mata.No local, os agressores teriam cortado as orelhas do homem durante uma sessão de tortura e em seguida o liberaram no centro da cidade de Confresa.

A partir da investigação instaurada, a Polícia Civil apurou que a suposta vítima estava passando por problemas conjugais e se automutilou, cortando as próprias orelhas, para causar sentimento de pena e tentar reatar o relacionamento com a ex-companheira.

Os policiais civis apuraram que no mesmo dia em que supostamente o homem foi torturado, ele fez pesquisas em sítios da internet usando os seguintes termos: "como cortar orelha de cachorro”; "como cortar orelha de um homem” e “quais os perigos". No mesmo dia, à noite, ele se automutilou e dois dias depois procurou a polícia relatando ter sido vítima de tortura.

A Delegacia da Polícia Civil empregou vários policiais na investigação, devido à gravidade da denúncia. Inicialmente, uma pessoa suspeita apontada pelo comunicante chegou a ser investigada.Após descobrir que tudo se tratava de uma farsa, a Polícia Civil concluiu as investigações e o comunicante da falsa tortura responderá pelo crime de denunciação caluniosa, cuja pena pode chegar até oito anos de reclusão.

“A Polícia Civil alerta que falsa comunicação perante os órgãos policiais é crime e atrapalha o andamento de casos importantes de crimes graves como homicídios, estupros, tráfico, entre outros”, alertou o delegado Victor Donizete de Oliveira.

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