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Artigo
07/10/2014 - 11:43:42
Autor: Alfredo da Mota Menezes
 
Conversas de rua... Será que Wellington Fagundes será oposição ou se bandeia para Taques

Geraldo Riva atirou no grupo empresarial de Eraí Maggi, diz que vai protocolar as denúncias no Ministério Público.

Falou-se até em CPI para apurar fatos relacionados ao assunto.

Tem muita conversa em Cuiabá sobre esse caso. Uma delas é que o Riva não estaria tão interessado na atuação de Eraí Maggi.

O alvo seria o primo, Blairo. Que o Riva vê as coisas pelo lado político, o Eraí nessa área tem pouca importância.

Por que o Blairo? É que o grupo politico que esteve à frente do poder em Mato Grosso nos últimos 12 anos se sente usado e traído pelo Blairo.

Quando se fala em grupo político não são somente gentes da classe política.

Quem mais sente ou reclama são as firmas e pessoas que vendem serviços ou fazem negócios com o Estado.

"No imbróglio atual, o Taques não pôs a mão na cumbuca, não se expôs em nada, é o próprio grupo se comendo por dentro. Enfraquece-se mais ainda uma suposta oposição ao governo dele. "

Poderiam continuar, precisavam do Blairo, mas ele pulou para outros lados e os deixou com a brocha na mão, é a reclamação.

Ninguém desse grupo acredita que as doações de campanha feita pelos Maggi foram sem o aval do Blairo.

Só fizeram, é o comentário mais aceito, porque tinham sinalização do líder politico familiar.

O que o Riva está fazendo seria verbalizar o descontentamento do grupo com o abandono que sofreram.

Querem dar o troco. E o troco não seria somente no Eraí e suas empresas, mas em outras do grande agronegócio que se beneficiaram e cresceram muito por medidas tomadas durante o governo Maggi.

Quer ver mais dessas conversas? Falam que o Blairo usa as pessoas e não estende a mão para ninguém. Uma das únicas, a unção do Silval Barbosa, é hoje bastante criticada.

Na verdade, se repete com esse grupo político o que vem ocorrendo em MT por longos anos. Se esboroam por dentro.

Ocorreu com o PMDB na década de oitenta e com o PSDB em 2002. Agora é o grupo que tomou o poder faz 12 anos.

Todos esses fatos beneficiam indiretamente o Pedro Taques. É a tal sorte na política.

A coluna inventa a estória de que, além de trabalho, o político, se não tiver sorte, não vai muito longe.

No imbróglio atual, o Taques não pôs a mão na cumbuca, não se expôs em nada, é o próprio grupo se comendo por dentro.

Enfraquece-se mais ainda uma suposta oposição ao governo dele.

Mas uma conversa sobre o grupo que está deixando o poder é sobre o Wellington Fagundes. Blairo, Silval e Riva vão embora.

Sobrou a liderança para o Wellington, mas ele nunca assumiu liderança, sempre esteve à sombra de alguém nesses últimos 20 anos (Dante, Blairo ou Silval).

Ele agora assumiria a liderança do grupo que pertence ou bandeia para o Taques, como sempre fez antes? 

 

*Alfredo da Mota Menezes é historiador e articulista político em Cuiabá.

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