Quinta-Feira, 23 de Julho de 2026

Chico Galindo denuncia uso político de grupo de comunicação por pré-candidato a prefeito




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O prefeito de Cuiabá, Chico Galindo (PTB), fez na manhã de hoje críticas indiretas ao comportamento do empresário João Dorileo Leal (PMDB), pré-candidato a prefeito de Cuiabá e dono do grupo Gazeta de Comunicação. Os noticiários jornalísticos das empresas que compõem o grupo de Dorileo têm se dedicado intensamente a tecer críticas contundentes a gestão de Galindo, que deve ser candidato a reeleição apesar de neste momento declarar que não possui pretensões.

Ao lançar um programa para a construção e reforma de unidades de saúde na ordem de R$ 10 milhões na manhã desta sexta-feira, o prefeito trabalhista atribuiu os ataques a antecipação do processo eleitoral na capital do Estado. "Tenho a certeza absoluta de que existem interesses por trás, mas no tempo certo as coisas serão mostradas", explicou.

Para o prefeito, a postura do grupo tem sido anti-ética. "Ele (Dorileo) precisa mostrar e não simplesmente acusar. Gosto de profissionais da imprensa que mostram a verdade e não que jogam pedra querendo vencer a todo custo", assinalou.

Galindo explicou que as dívidas da Sanecap (Companhia de Saneamento da Capital), que passará a ser gerenciada pela empresa CAB Cuaibá em abril, somam R$ 218 milhões, sendo a maioria junto ao Governo do Estado e Rede/Cemat. Ele adiantou que débitos de menor proporção serão quitados no momento em que os R$ 38 milhões iniciais da outorga serem pagos pela CAB.

Em rellação a recente campanha de prestação de contas deflagrada intensamente nos meios de comunicação, o prefeito considerou como uma prestação de contas. "Os adversários falam quando faz e quando não faz. Enttão, entendo que devo fazer meu papel de informar a sociedade", assinalou.

Privatização e releição

Chico Galindo negou que tenha contratatado empresas para "privatizar" as gestões do pronto-socorro municipal e cemitérios. Ele explicou que no PS foi contratada uma empresa por R$ 190 mil ao mês para promover um estudo para reduzir o déficit R$ 3 milhões.

Já em relação aos cemitérios, o prefeito trabalhista disse que as empresas terão que pagar pelo gerenciamento. "Estou fazendo um trabalho que no futuro o povo saberá avaliar", disse.

Apesar de afirmar que tem pretensões eleitorais somente em 2014, quando pode ser candidato a senador ou deputado federal, Galindo garantiu que fará o sucessor no palácio Alencastro. "Já provei que é possível ter uma gestão positiva na prefeitura. Quero um voto de confiança de seis meses que tudo vai melhorar", frisou.


Autor: O Documento


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