A morte do menino de apenas dois anos Rhayron Cristian da Silva, no Parque Cuiabá após tomar um achocolatado da marca Itambézinho, pode ter sido provocada por colocação de veneno no produto e não por falha da empresa na formulação do achocolatado.
A Polícia Civil já trabalha com a possibilidade de assassinato, provocada por um dono de um dos mercadinhos do bairro contra um marginal, menor de idade, que constantemente visitava seu estabelecimento de madrugada para roubar entre outras coisas achocolatados.
Nossa reportagem esteve no bairro, localizado na região Sul de Cuiabá e pessoas que residem próximo a casa da mãe da criança e também em um praça do bairro onde ela comercializa espetinhos à noite foram claro ao afirmar que o problema não ocorreu na fabricação do achocolatado, mas sim na manipulação do produto, já no próprio bairro.
Segundo as pessoas ouvidas pela reportagem, um jovem, de apenas 15 anos, que vem atormentando os moradores com sua onda de crimes – roubos a residências, a estabelecimentos comerciais e comercialização de drogas, deve ser o principal pivô da morte da criança. É que este jovem roubava as coisas e para comprar drogas revendia o que roubava para vizinhos. E foi exatamente isso que a reportagem do 24 Horas News apurou.
Na quarta-feira este garoto infrator teria oferecido uma embalagem com cinco achocolatados – do tipo toddynho – a seus vizinhos, vendedores de espetinhos no bairro.
O pai do menino resolveu aceitar a oferta e comprou toda a embalagem que foi acondicionada na geladeira. Segundo o pai da criança, o suspeito alegou que teria ganho o produto, mas que não queria tomar.
Autor: 24 HorasNews