Sexta-Feira, 24 de Julho de 2026

População de Mato Grosso chega a mais de 3,3 milhões de habitantes




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A população atual de Mato Grosso está estimada em 3.344.544 habitantes, de acordo com dados oficiais divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Até o ano passado, era 3.305.531 mato-grossenses, o que representa uma variação de 1,18% ou 39.013 novos cidadãos. Em relação a 2010, o crescimento é de 10%, o que significa 309.422 mil a mais de pessoas em sete anos.

Os dados, divulgados ontem no Diário Oficial da União (DOU), fazem parte das estimativas das populações residentes nos 5.570 municípios brasileiros, com data de referência em 1º de julho deste ano. No país, o estudo estima que o Brasil tenha 207,7 milhões de habitantes e uma taxa de crescimento populacional de 0,77% de 2016 a 2017, um pouco menor do que a de 2015/2016 (0,80%).

No Estado, o IBGE constatou crescimento nos 141 municípios mato-grossenses, inclusive, no número de cidadãos cuiabanos. Porém, a pesquisa mostra que Cuiabá continua longe de chegar a ter um milhão de habitantes. Atualmente, são 590.118 pessoas, aproximadamente 7% a mais que há seis anos, quando a capital contava com 551.098 habitantes.

Chama a atenção, o município mato-grossense de Araguainha (440 quilômetros, ao sudeste da capital) por possuir apenas 931 habitantes, o único com menos de mil pessoas em julho deste ano.

Localizada na Região Metropolitana, a cidade vizinha à capital, Várzea Grande, se mantém como a segunda maior cidade do Estado. No município, a população saltou para 274.013. Em 2016, eram 252.596 várzea-grandenses.

Em terceiro no ranking populacional mato-grossense segue Rondonópolis (210 quilômetros, ao sul de Cuiabá), com 222.316 habitantes, seguido de Sinop (503 km ao Norte de Cuiabá) com 135.874 e, depois, Tangará da Serra (240 km de Cuiabá) com 98.828 cidadãos.

No país, ainda conforme o IBGE, quase um quarto dos 5.570 municípios brasileiros (24,7% ou 1.378) apresentaram redução populacional. Em mais da metade (53,6% ou 2.986), as taxas de crescimento populacional foram inferiores a 1%.

Já em 258 municípios (4,6% do total) o crescimento foi igual ou superior a 2%. O entendimento é de que a diminuição da taxa populacional nos municípios é uma tendência que vem ocorrendo nos últimos anos e decorre da redução da fecundidade e da migração.

As estimativas populacionais municipais são um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União no cálculo do Fundo de Participação dos Estados e Municípios e são referência para vários indicadores sociais, econômicos e demográficos.

  


Autor: AMZ Noticias com Assessoria


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