O comandante geral do exercito, General Eduardo Dias da Costa Villas Bôas respondeu recentemente às críticas dos que se manifestaram contra um exercício militar inédito, com participação de 20 países, incluindo os EUA, na Amazônia.
"Jamais, jamais tomaríamos uma iniciativa que pudesse colocar em risco a nossa, como você disse, soberania na Amazônia. Estamos realizando um exercício multinacional. É um exercício de caráter humanitário. Visa nos preparar para fazer face a problemas humanitários em áreas remotas com todas as dificuldades logísticas de acesso, por isso foi escolhida a Amazônia", explica.
Segundo o comandante do Exército, a base montada durante a operação, que aconteceu entre os dias 6 e 13 de novembro, é temporárias e será desmobilizada.
"Há pessoas com caráter alarmista dizendo que vai permanecer uma base, e isso é absolutamente inverídico", critica. Ele diz que o exercício envolveu tropas brasileiras, peruanas e colombianas, além de observadores de outros 17 países, entre eles os EUA.
"Cada país possui um tipo de expertise que dependem das suas condições geográficas. Há países que têm problemas de terremoto, de incêndios florestais, outros problemas de inundação... Os EUA estão com a guarda-nacional e aviões que espargem água para o caso de incêndios florestais."
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Autor: AMZ Noticias com UOL