Os quiosqueiros estão preocupados com as adequações que precisam fazer nas estruturas por exigência da Prefeitura de Palmas. O município quer que os quiosques sejam padronizados e que sejam construídos banheiros com acessibilidade para deficientes físicos. O gasto vai ser do responsável pelo estabelecimento.
O comerciante Tony de Sousa está há dois anos à frente de um quiosque no centro da capital. Ele faz tudo para tentar agradar os clientes. Na hora de fechar as contar, diz que tem sido difíci e agora ele está preocupado com as reformas que precisa fazer. "Eles deram um prazo de seis meses para a gente regularizar tudo. Seis meses é um prazo muito curto para a gente fazer essa obra porque estamos num período chuvoso e na época da chuva não tem como fazermos esse tipo de trabalho".
São cerca de 140 quiosques em Palmas. O presidente da Associação dos Quiosqueiros, José Gutemberg alega que nem todo mundo tem dinheiro para fazer o que o poder público determinou. "Alguns quiosques não tem como reformar, você vai ter que demolir e colocar outo quiosque. E nem todo quiosqueiro tem esse dinheiro para começar do zero".
Os comerciantes querem que a prefeitura reveja o projeto e mais tempo para fazer a possível reforma. "Está todo mundo trabalhando dentro do limite, as coisas subindo, energia subindo, combustível, todo mundo sem dinheiro. Para quem tem dinheiro em mãos, seis meses é um prazo longo, mas para quem não tem dinheiro em mãos o prazo é curto".
Autor: AMZ Noticias com TV Anhanguera