O governador Silval Barbosa ampliou a estrutura da máquina, com a criação de mais uma secretaria extraordinária. Agora terá a Chefia de Gabinete com estrutura de primeiro escalão. O governo alega que fundiu dois cargos, que foram os de assessores especiais 1 (DGA-2) e 2 (DGA-2), vinculados à Administração.
Com isso, sobe para 25 o número de secretarias. O novo secretário deve ser Sílvio Corrêa, que já atua como chefe de Gabinete do governador, e passa a ter mais poder de articulação e de influência no Palácio Paiaguás. Silval deve oficializar a escolha nesta segunda. Cada secretário ganha R$ 15,9 mil. O Estado gasta por ano somente com a folha dos secretários R$ 4,7 milhões, fora o vencimento de presidentes e diretores de empresas, órgãos e autarquias vinculados à estrutura da máquina, que emprega quase 100 mil servidores.
A extraordinária de Chefia de Gabinete fica vinculada à Casa Civil, sob o executivo Pedro Nadaf, e pode ser extinta a qualquer momento pelo governador. Terá a função de organizar a agenda do governador, receber documentos, responder ofícios e cuidar do acervo documental do chefe do Executivo, inclusive de subsidiar todo pronunciamento do governador, secretariar reuniões e coordenador grupo de trabalho.
Nadaf explica que esse foi um de seus compromissos anunciado no dia em que foi remanejado da Indústria, Comércio, Minas e Energia para a Casa Civil e que foi atendido pelo governador. Enfatiza que não está sendo criada unidade orçamentária. A exemplo da Logística Intermodal de Transporte, a nova pasta vai ser tocada com servidores que já estão lotados no gabinete do governador. Nadaf lembra que essa pasta já existiu na época do governo Jayme Campos (91/94). “Quero deixar claro que não vão ser criados novos cargos”, pontua o secretário.
Autor: RDnews