Terca-Feira, 20 de Janeiro de 2026

O Brasil e o brasileiro - o que resta em definitivo, são a esperança e a fé




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Sequências de valores às vezes assustam, às classes se perguntando o quanto é complexo compreender sobre o dinheiro público.

E isto de repente não se coloca na posição do público, talvez em condição contrária ao entendimento da maioria dos proletários do Brasil.

Segundo a (veja.abril.com.br) o governo gastou 59,6 milhões com contas corporativas em 2012, mais que 2011 segundo a ONG- Contas Abertas.

Conforme o (oglobo.com) foram gastos em seis anos no Brasil, 700 milhões de reais, com tratamento de saúde para dependentes de álcool, cigarro e drogas ilícitas e 781 milhões com aluguéis em 2012 para funcionamentos de órgãos públicos.

Modestamente a capacidade de se compreender fica remota, pois, como explicar a morte do SUS- Sistema Único de Saúde no país mediante os tratamentos, por exemplo,  dos tipos de câncer, onde pessoas sem condição monetária alguma  morrem diariamente.

As vacinas são estipuladas por determinadas idades, decidem quem pode ou deve ou não ser atendido nessas campanhas, os pequenos aglomerados urbanos não possuem hospital, e a justificativa segundo alguns, é a densidade demográfica, mas nem se sabe realmente se é isso ou será que alguém sabe algo sobre isto?

Nessa relação, se lembrar da educação é  a evidência de uma futura geração de semianalfabetos, os considerados leitores sem compreensão do que se lê.

Nesse caso a justificativa é a formação humana, ou seja, compreender melhor o mundo social para se relacionar melhor com a sociedade.

Mas as limitações de alguns os autoexcluem do chamado mundo humanizado, e quem não se relaciona de forma alguma com o sistema que vive, nele se fixa “o capitalismo”.

Talvez o que realmente nos resta, e em definitivo, são a esperança e a fé, que se completam.

 

*Valquiria Vitória é professora formada pela UNEMAT e colaboradora  do Jornal da Notícia


Autor: Valquiria Vitória


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