Sexta-Feira, 17 de Abril de 2026

Homem é preso suspeito de dar apoio em assassinato cometido por policiais de Mato Grosso




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Um homem identificado como M.M.A, de 37 anos, foi preso neste sábado (6) por possível envolvimento na morte do empresário Gilberto de Oliveira Couto, de 46 anos, conhecido com Beto Caça e Pesca, em Guarantã do Norte (709 km de Cuiabá). O crime ocorreu em maio deste ano.

A investigação da Delegacia de Guarantã do Norte apontou o envolvimento de M.M.A. no crime. Ele auxiliou os suspeitos, investigados como executores do crime, que são dois policiais militares presos em Sinop, no dia 20 de outubro.

O mandado foi cumprido após troca de informações entre as forças policiais e com apoio do Núcleo de Inteligência da Delegacia de Guarantã do Norte, que identificou o veículo utilizado pelo suspeito e alertou as forças de segurança da Capital.

Ele passará por audiência de custódia da Justiça e será interrogado nos próximos dias. De acordo com o delegado que preside o inquérito, Victor Hugo Caetano de Freitas, a expectativa é que o suspeito possa fornecer informações primordiais ao esclarecimento do homicídio.

Outras prisões - Dois policiais militares também foram presos em Sinop, no dia 20 de outubro, após cumprimento de mandados decretados pela Comarca de Guarantã do Norte.

De acordo com o delegado Victor Hugo, a investigação reuniu elementos informativos contundentes que ligam os investigados ao homicídio do empresário Gilberto de Oliveira Couto, ocorrido em maio deste ano. Em depoimento, os policiais negaram o ocorrido, mas caíram em contradições algumas vezes.

Gilberto, de 46 anos, foi morto na manhã de 25 de maio, em frente a sua residência, no bairro Jardim Vitória, em Guarantã do Norte. A vítima apresentava ferimentos de arma de fogo nas costas e cabeça.

No final de maio, a equipe da Delegacia de Guarantã do Norte cumpriu a prisão de três pessoas também investigadas por envolvimento no homicídio, entre elas a ex-esposa do empresário, o namorado dela e o filho da vítima.

Os três foram presos temporariamente e são apontados como mandantes do crime de homicídio, qualificado pelo motivo torpe. Conforme a investigação da Polícia Civil, o crime foi motivado por questões patrimoniais, relacionadas a divisões de bens.


Autor: Redação AMZ Noticias


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