Sexta-Feira, 17 de Abril de 2026

Jayme Campos diz que episódio de Roberto Jeferson causou prejuízo político para Bolsonaro




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O senador Jayme Campos (União) disse que acredita que a disputa presidencial neste segundo turno será a mais acirrada da história do Brasil. Segundo ele, as pesquisas mostram uma diferença pequena entre os candidatos, porém, o episódio deste fim de semana envolvendo o ex-deputado federal Roberto Jeferson (PTB) irá respingar negativamente na campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL).  

"Tendo em vista que o Roberto Jeferson é muito vinculado ao Bolsonaro, tem muita gente que não gostou da atitude dele. Acredito [que irá respingar na campanha] sim. Hoje no Brasil qualquer coisa, às vezes um erro, uma fala sem maldade, já vira um problema. Então vamos aguardar o resultado", disse Jayme nesta segunda-feira (24).  

Para ele, o caso em que Roberto Jeferson disparou tiros de metralhadoras e granadas  contra policiais federais que cumpriam o mandado de prisão contra ele, poderia se transformar em uma "guerra civil", caso as instituições não tomassem providências. "Isso poderia até desencandear em um processo de desobediência civil, de quebra do estado democrático de direito. E isso seria ruim para um país que tem sua democracia plena e as instituições estão funcionando", disse.  

No último domingo (23), Roberto Jeferson se negou a atender uma decisão do ministro do Supremo tribunal Federal (STF), Alexandre de  Moraes, que determinou a revogação de sua prisão domiciliar, um dia depois dele ter comparado a ministra Carmen Lúcia com uma 'prostituta arrombada'.  

Jayme Campos acredita que a disputa entre Bolsonaro e o presidente Lula (PT) está emparelhada e que quem vencer será por pouca margem de votos, mas defende que o resultado seja respeitado.  Questionado sobre qual seria o melhor presidente para o Estado de Mato Grosso, Jayme acredita que ambos terão que tratar o Estado de maneira diferenciada, pelo potencial  do Estado na balança comercial do Brasil.  

"Eu acho que independente de quem seja, se Lula ou Bolsonaro, o presidente tem que ver o Mato Grosso de outra maneira porque é um estado que contribui muito com a produção nacional,  Com o PIB, exportando muito. Hoje Mato Grosso é um estado diferenciado. Quem for o presidente tem que vir aqui e olhar de outra maneira. Mato Grosso não é mais um estado periférico como era antigamente", analisou.  Jayme Campos declarou voto em Bolsonaro, porém não tem participado das atividades de segundo turno no Estado.


Autor: AMZ Noticias com Gazeta Digital


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