A Polícia Judiciária Civil iniciou os levantamentos de campo do assalto a banco, na modalidade “Novo Cangaço”, ocorrido na manhã desta segunda-feira (09.09), na cidade de Vila Rica (1.259 km a Noroeste).
As primeiras informações confirmam que a quadrilha possui em torno de 25 homens, que fortemente armados com fuzis atacaram simultaneamente as agências dos Bancos do Brasil e Bradesco, Cooperativa do Sicred e Correios.
As equipes de policiais civis da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e do Grupo de Operações Especiais (GOE), do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Miltiar e da Companhia de Operações Aéreas (CIOPaer), da Secretaria de Segurança Pública, já estão na região juntamente com os policiais da localidade que realizam o cerco a quadrilha.
Informações dão conta que o teatro de operações esta localizado na tríplice fronteira entre Mato Grosso, o sul do Pará e o Cantão tocantinense.
Segundo o delegado Regional do Norte Araguaia, Ronan Gomes Villar, que acompanha os trabalhos em Vila Rica, os bandidos chegaram por volta das 11h20, em três veículos, possivelmente tomados em outros assaltos, eles invadiram as agências e durante 50 minutos levaram terror aos moradores, funcionários e clientes das agências bancárias.
Os assaltantes fugiram com vários reféns (números ainda incertos), em uma L-200 prata, duas S10 e um Ford Fiesta. Dois veículos (uma caminhonete e um carro de passeio) foram queimados pelos bandidos sobre uma ponte que dá acesso ao município de Santa Terezinha e ao Sul do Pará.
Os reféns foram abandonados na localidade do “Trevo do Cupim”, a 15 quilômetros de Vila Rica, outras informações dão conta que a quadrilha teria como destino a região conhecida por “Tio Patinhas”, perto de Santana do Araguaia, no extremo sul do estado do Pará.
Os bandidos estariam agora em um Crossfox, duas S10 e uma L 200, armados com 15 fuzis. As investigações estão sendo conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).
Autor: Jornal da Noticia com Assessoria