Falar de sentimentos quando se é professor, é tão difícil...Difícil porque é dura a luta para que os políticos nos reconheçam como parte formadora de um futuro de cidadãos, preparados para a vida, que vão juntos construir a economia do pais mais sólida, desamarrar as algemas dos mesmos, buscando sempre levar a liberdade, a auto estima, e a claro credibilidade entre os povos á um pais melhor e mais justo.
Nós professores estamos aqui, usando da democracia, em busca de uma educação priorizada, mas sabemos que enquanto estamos lutando, várias controvérsias existem em mundos de visões diferentes, pois, não interessa a muitos de milhares de autoridades acreditar na valorização da educação como parte da evolução em todos os aspectos relevantes, levando até os profissionais desta classe como parte de benefícios para a política brasileira, no entanto a cada dia nasce personalidades interessadas em ajudar a classe, visto é que o esta acontecendo no pais, para a força contrária desanimadora dos grandes poderes ou poderosos, que tentam de toda forma coibir nossa luta legítima é óbvia.
As dores da educação estão nítidas, nem precisa ficar se pronunciando em busca de soluções, mas as autoridades não tem tempo para pensar em algo que será no futuro um empecilho dos frutos que podem não colherem atravésda ignorância de uma grande parte do povo brasileiro, causada pela falta de uma educação de qualidade durante décadas.
Os que se usam muito para justificar a não necessidade de melhorar a educação ou dizer que os índices estão em alta nas pesquisas, sempre dizem a mesma, “(o Lula virou presidente e não tem estudo)’’ mas essa afirmação é falsa, pois, um cidadão que viveu a frente de movimentos sociais, doutrinado por pessoas preparadas, não é analfabeto, e sim conhecedor de todas as dores da classe baixa de seu tempo, passado e do futuro, mas quando se insere no sistema capitalista e manipulador ativo, começa a fazer parte de tudo que manipula e extermina as possibilidades de crescimento entre as classes menos favorecidas.
O Brasil é um país tão rico, mas tão rico, que conseguiu tirar a coroa portuguesa das crises econômicas dos tempos ruins na época das buscas de novas terras, e isso se faz até hoje, claro que com outros personagens da história, para dez por cento da população brasileira, que fica com cinquenta por cento da renda do país.
Pior que desviar recursos mediante essas corrupções diárias de nosso país é roubar de si mesmo, o qual é o caso do Brasil, pois, o mesmo poderia estar com o nome de primeiro pais do mundo, um país de alfabetizados, verdadeiramente alfabetizados, graduados, graduandos, pós- graduados, mestres, doutores e pós- doutorados, população sem fome, com teto, sempre preparados para a vida. Mas afinal de contas não é isso que preocupa.
Estamos esperando algo que possa reorganizar a educação pública no pais, esperamos o reconhecimento de nosso trabalho, infinitivamente queremos formar cidadãos que realmente compreende e use na sociedade bons costumes, pessoas e profissionais honestos, os quais fazem falta, muita falta, procuramos meios de continuar a árdua diária do dia, para que quem sabe um dia possamos ser reconhecidos como formadores de valores de opiniões e não meros transmissores de conhecimento, mas, colaboradores de um mundo com menos violência, com menos ignorância, com seres humanos capaz de criar e recriar a construção constante de um mundo sábio e inteligente e justo, enfim não queremos construções de mais presídios, queremos escolas em tempo integral, salários dignos para a nossa classe e um verdadeiro plano de educação que realmente funcione em suas várias instâncias.
*Valquiria Vitória é professora formada pela UNEMAT e colaboradora do Jornal da Notícia
Autor: Valquiria Vitória