Como dizia Arthur Schopenhauer, esse é o pior dos mundos possíveis. Com todas as suas variantes e diferenças, com toda a sua multiplicidade, durante o seu desenvolvimento, a realidade íntima do mundo e do homem é sempre a mesma vontade onipotente; a própria história é sempre a repetição do mesmo acontecimento sob aparências diversas: a vontade de viver determinado o sofrimento como condição humana: VIVER É SOFRER.
O mundo é cheio de diferenças entre raças, religiões, orientações, culturas e tudo mais, o mundo é grande e a espaço para todos, porém a ignorância ainda ocupa um grande espaço!
Como é possível em pleno século XXI existir tantas formas bobas e medíocres de preconceito. Somos todos iguais, braços dados ou não! E afinal por que tanta intolerância?
A vida é livre para sermos o que quisemos ser, para acreditar no que quisermos acreditar e vivermos o que quisermos viver!
Mas enquanto as diferenças tiverem mais importância que os valores, o mundo vai continuar sendo esta “Bosta”.
Ai eu fico e deixo como reflexão o que diz Augusto Cury, o sonho da igualdade só cresce no terreno do respeito pelas diferenças.
Na essência somos iguais, mas, nas diferenças deveríamos nos respeitar.
*Uasley Werneck é jornalista na Rádio Continental FM em Confresa e colaborador do Jornal da Noticia
Autor: Uasley Werneck