Por meio de oferta pública e vinculada ao programa PNHU - Minha Casa Minha Vida II, no ano de 2012 o governo federal autorizou a construção de mais de três mil e oitocentas casas populares em Mato Grosso, mas as obras se encontram paralisadas.
O Presidente da AMNA (Associação dos Municípios do Norte Araguaia) Gaspar Domingos Lazari e os prefeitos, Emival Freitas, de Porto Alegre do Norte, Cristiano Gomes, de Santa Terezinha e Valdez Viana de Canabrava do Norte, se reuniram com o Superintendente Estadual de Projetos Habitacionais, Aislan Galvão, para cobrar explicações relativas à conclusão das obras.
Antes foram realizadas reuniões com os representantes das empreiteiras licitadas, as quais alegam não estarem recebendo os repasses financeiros por parte dos bancos. Em algumas cidades as obras foram iniciadas e em seguida paralisadas, há casos em que nem foram iniciadas, e o prazo para entrega vence em Abril deste ano.
O Problema segundo Aislan é o repasse que deveria ter sido feito pelas instituições financeiras às empreiteiras. _O ministério das cidades fez o aporte financeiro aos bancos, o estado à contrapartida e as empresas alegam não ter recebido dos agentes financeiros, consequentemente sem fluxo de caixa as obras são paralisadas, “disse o superintendente Ailsan”.
Ele informou ainda que algumas construtoras estão com pendências na medição e na liberação de alvarás, mas que outras estão com tudo em dia, e todas estão sem repasse. Os bancos alegam falta de documentação para dar prosseguimento à liberação do recurso financeiro e as construtoras só vão continuar as obras mediante o repasse.
O Presidente da AMNA e prefeito de Confresa Gaspar Lazari, acompanhado dos demais prefeitos, cobraram uma solução imediata, o superintendente Aislan informou já ter iniciado conversas com o departamento responsável pela intermediação entre instituições financeiras e construtoras para resolver a questão.
Autor: JornaldaNoticia com Ricardo Masson