Desta feita, na condição de titular, o deputado Victório Galli (PSC-MT) ocupou dia (05) a tribuna da Câmara para agradecer pelos 64.691 votos recebidos. “Chego aqui para contribuir com minha força de trabalho e dedicação”, ressaltou.
Victório afirmou que preserva suas bandeiras de luta, em defendesa da liberdade de expressão religiosa quanto a questões envolvendo a sexualidade. O parlamentar cristão disse ainda que continuará a luta contra a prática do aborto e pela redução da maioridade penal.
Victório lembrou os três mandatos que exerceu como suplente. “Atuei com afinco na área social. Apresentei vários projetos de lei e subi à tribuna, sempre que necessário, para me pronunciar sobre diversos temas, em defesa dos valores da família, da cristandade, dos trabalhadores em geral e pelo desenvolvimento de Mato Grosso e do Brasil”.
O deputado fez agradecimento especial ao apoio recebido do governador Pedro Taques, durante a eleição, e ao pastor Everaldo, líder do PSC nacional, que disputou as eleições à Presidência da República.
“Agradeço também aos meus irmãos de fé e, particularmente, ao pastor Sebastião Rodrigues de Souza, nosso querido presidente da Igreja Assembleia de Deus em Mato Grosso”.
Victório Galli disse que quer o seu Gabinete funcionando como uma representação direta do povo de Mato Grosso. “Pretendo repercutir aqui os anseios da população, seja com discursos em plenário ou mesmo com apresentação de proposições”.
Disse que retorna à Câmara mais experiente e mais preparado. “E quero dizer à minha gente de Mato Grosso que vou abraçar com muita garra essa oportunidade de trabalhar pelo nosso Estado, com a confiança do meu partido”.
Questão indígena
Ainda durante a sessão plenária, o deputado Victório Galli manifestou sua preocupação com o problema social que está ocorrendo em aldeias indígenas em Mato Grosso, que resultou em bloqueio da BR-163, no município de Itaúba.
Os indígenas reivindicam melhorias na área da saúde, exoneração da coordenadora da Secretaria Especial de Saúde Indígena, melhores condições de transporte e reclamam da falta de combustível para os barcos e outros veículos usados pelas comunidades. Cerca de dois mil índios vivem nessas aldeias.
“Será que vamos ter que ver, mais uma vez, um derramamento de sangue em Mato Grosso, por culpa de políticas equivocadas no trato com as comunidades indígenas? Tudo isso nos causa indignação e revolta. São problemas recorrentes, nobres Colegas, que poderiam ser evitados”.
Victório fez um apelo ao Governo Federal. “Tomem atitude antes que o pior aconteça. As políticas públicas voltadas às comunidades indígenas não podem esbarrar na burocracia dos departamentos da administração. Atitude! Atitude! É o que pedimos por parte do Governo Federal!”, cobrou o parlamentar.
Autor: Jornal da Noticia com Assessoria