A BR 158 no trecho que ainda está sem asfalto está numa situação bastante complexa, por um lado o Departamento Nacional de infra-estrutura (Dnit) que asfaltar, não importante qual rota, seja pela original ou pelo contorno que aumentará ainda mais o percurso, porém atenderá mais cidades.
Por outro lado a Fundação Nacional do Índio (Funai), está “atrapalhando” esses planos, pois pelo traçado original que passa dentro da Reserva indígena Marãwatsédé dos Xavantes não foi autorizado pelo órgão, e pelo contorno também está sendo travado pelo órgão que reconhece agora um erro de “demarcação” ao identificar um cemitério indígena fora da atual reserva.
Pelo traçado original, o beneficio maior é que evitaria um contorno o que faria a viagem ser mais rápida e direta, já os malefícios é que estaria passando dentro de uma terra indígena, que segundo a Constituição Federal não pode acontecer, pois estaria agredindo o “meio ambiente”.
Pelo contorno, o beneficio é as cidades que seriam beneficiadas com o asfalto, dando a oportunidade para o desenvolvimento, porém além dos gastos bem acima do que pelo traçado original, o aumento no percurso seria uma das dificuldades enfrentadas, que os motoristas enfrentariam para evitar a poeira e a lama.
O projeto está travado até que a Funai e o Dnit decidam como fazer, se passa ou não pero da reserva indígena. As autoridades do Estado deverão cobrar agilidade nesse processo.
Autor: Agencia da Noticia