Super-homem, Tarzan, Lanterna Verde, Batman... A lista é infinita e cada geração pode citar, pelo menos, uns três super-heróis que marcaram a própria história.
Seja pela força, coragem, vontade, determinação ou pelos superpoderes, estes seres mitológicos sempre foram referência para todas as idades. Mas, será mesmo que só os heróis têm poderes? E nós, humanos, onde está o nosso Ser heroico? A resposta para esta pergunta você poderá encontrar na palestra: Heróis – O que podemos aprender com eles. O tema será abordado durante a aula experimental deste sábado (20/06), às 19h. A entrada é franca.
A palestra falará da força e do significado dos símbolos presentes no ‘Mito do Herói’. "Podemos encontrar ferramentas de aprendizado para uma vida cotidiana melhor tanto nos heróis dos mitos da antiguidade, quanto nos super-heróis da nossa era, por que a mensagem ainda é a mesma", afirma o professor de filosofia Gabriel Araújo. O Herói é aquele que sempre luta pela vida, isto é, luta pela união dos homens e pela harmonia das ideias. Faz isso sem esperar nada em troca.
Na mitologia, a palavra herói vem do deus Grego do amor: Eros, ou seja, é aquele que por amor abre mão de seus próprios desejos em prol da humanidade. Filhos de deuses, os heróis transitam entre céus e terra e, desta forma, representam também a condição humana que, por vezes, se volta ao instintivo e em outras consegue se elevar ao mais sublime. “Podemos ser heróis ou vilões, tudo é um grau de consciência”.
“No mundo atual os valores estão tão distorcidos que as histórias deixaram de ser uma referência para o caminho dos homens e passaram a ser apenas estorinhas para mera distração. Retomar o valor dos heróis e trazê-los para a vida cotidiana é um dos papeis da filosofia. Tudo na natureza tem uma razão de existir e esses seres têm muito a nos ensinar.”
*Caroline Pilz Pinnow é Jornalista e Assessoria de Imprensa
Autor: Caroline Pilz Pinnow